Setor florestal é tema de debate em Caçador

Nesta quarta-feira (09), o presidente da ACR, Ali Abdul Ayoub, falou sobre os reflexos positivos do setor florestal na econômica dos municípios. Ele citou, por exemplo, os mais de 7 mil empregos diretos gerados no município de Caçador. 

Também apontou algumas dificuldades enfrentadas e sugeriu formas para superá-las. “Nossa intenção é mapear o estado e planejar programas que possam fomentar a indústria de transformação da madeira, para que todas as partes da árvore sejam aproveitadas. Algo que seja viável economicamente.” De acordo com o presidente, as árvores produzem matéria-prima para inúmeros fins, desde a produção de móveis, de papel e celulose, até a geração de energia. 
Ayoub lembrou da alta produtividade catarinense para florestas de pinus e eucalipto. “Temos as melhores florestas do mundo. Algumas florestas, que são colhidas com 25 anos nos Estados Unidos, aqui em nosso estado nós colhemos com 17 anos.” O importante agora, segundo o presidente, é desenvolver ações no sentido de agregar valor à madeira, pensando também no mercado externo.
O diretor executivo da ACR, Mauro Murara Jr, comentou que a associação vem municiando a sociedade e os órgãos de governo com informação técnica nos últimos anos. “Publicamos duas edições do Anuário Estatístico de Base Florestal em Santa Catarina. Neste documento estão descritos os principais índices pertinentes ao assunto. Também há comparação dos números com a média nacional e de outros países produtores.” Murara explica que este é um dos caminhos para gerar uma demanda de ações, principalmente por parte do poder público.

Assessoria de Comunicação ACR

Jornalista Davi Etelvino

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